Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 13 de Agosto de 2026

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Químicos têm primeira rodada de negociação

19 Novembro, 2008

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Trabalhadores e patrões das indústrias químicas e farmacêuticas, representados por presidentes dos seus sindicatos, se reuniram nesta manhã para primeira rodada oficial de negociações visando o acordo coletivo da categoria.

“Foi o primeiro encontro, voltamos a nos reunir na sexta-feira, depois da assembléia entre os patrões, mas já estamos convocando assembléia dos trabalhadores para próxima semana com objetivo de analisarmos a proposta financeira e de cláusulas sociais que nos farão na sexta-feira”, explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé.

A data base dos trabalhadores nas indústrias químicas e farmacêuticas é 1º de novembro e a demora nas negociações preocupa o presidente do sindicato profissional.

“Esperávamos concluir o acordo no decorrer de outubro, mas somente agora temos a primeira rodada de negociação”, disse Dé. Outra preocupação foi a primeira proposta patronal, feita ainda em forma de ofício, antes da reunião de ontem. “A inflação do período é de 7,26%, em assembléia a categoria decidiu reivindicar a inflação mais 8% de aumento real e os patrões ofereceram apenas 5,5%; espero que eles melhorem muito essa proposta para termos o que negociar”, comentou, confirmando a convocação de assembléias para próxima semana.

No encontro desta manhã de quarta-feira, na sede da Acic, o presidente do sindicato patronal, Venício Neves Pereira ouviu novamente a reivindicação dos trabalhadores e informou que reunirá os empresários dos setores químicos e farmacêuticos na próxima sexta-feira, às 16h30, na Acic e no final da tarde do mesmo dia volta a se reunir com a diretoria do sindicato profissional para fazer uma nova proposta financeira e discutir cláusulas sociais.

“São essas propostas que levaremos à assembléia geral da próxima semana, que está sendo convocado, inclusive, para decidir pela greve, que será a primeira paralisação do setor, se ocorrer”, concluiu Carlos de Cordes.

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