Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 13 de Agosto de 2026

Página inicial

NOTÍCIAS

Mobilizados, plásticos querem 10% de aumento real

25 Fevereiro, 2011

Alterar o tamanho da letra: A- A+

Os trabalhadores nas indústrias plásticas de Criciúma e região querem 10% de aumento real e abono de R$ 700,00, no acordo coletivo que começam a negociar com a classe patronal a partir da próxima semana. A decisão é resultados de oito assembleias realizadas em quatro cidades durante a semana que passou, a última em São Ludgero, na noite de quinta-feira (24/02). “Sem a menor sombra de dúvidas esse é o melhor início de campanha salarial que temos nos últimos anos; a categoria está unida e mobilizada”, comemora o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé.
As assembleias foram realizadas entre segunda e quinta-feira, em Orleans, Içara, Criciúma e São Ludgero, duas a cada dia, uma pela manhã e outra no início da noite, para atender todos os turnos das indústrias dessas cidades, que concentram a maior parte dos mais de oito mil trabalhadores do setor, informa Dé. Nos oito encontros a pauta sugerida pela diretoria do sindicato, com 84 cláusulas foi discutida e aprovada e o índice de aumento real foi definido pelos trabalhadores, em 10%. “A pauta consolida e mantém conquistas sociais de acordos anteriores e busca a melhoria das condições e segurança nos locais de trabalho”, enfatiza o presidente do sindicato profissional.
Na mesa de negociações, ainda conforme Carlos de Cordes, a diretoria, por decisão da categoria, trabalhará para agregar valor ao piso do setor, que hoje está fixado em R$ 735,83. Na prática a negociação ocorre com dois sindicatos patronais. Um reúne as indústrias que produzem plásticos flexíveis, como embalagens e rótulos, por exemplo, e as que utilizam matéria-prima reciclada, e o outro as produtoras de descartáveis. “O momento da indústria é muito bom, com produção a pleno vapor e o pessoal sendo convocado para horas extras, inclusive aos sábados e domingos; além disso, 2010 foi um ano muito positivo à economia e, por isso, a categoria entende que a classe patronal tem condições de conceder o aumento reivindicado”, conclui Dé. Clique aqui para ampliar

Mais notícias...
21 Novembro, 2012
Dé debate sindicalismo com estudantes do Cedup
13 Novembro, 2012
Patrões químicos melhoraram proposta, mas não convencem
07 Novembro, 2012
Joel representa químicos em conferência mundial na Suécia
06 Novembro, 2012
Químicos: negociações começam, mas patrões não falam em aumento real
17 Outubro, 2012
Intercâmbio reune sindicalistas criciumenses e argentinos
28 Setembro, 2012
Químicos querem 7% de aumento real
16 Agosto, 2012
Fórum de Saúde quer nova mobilização contra demora de perícias do INSS
16 Julho, 2012
Cerest: Márcio Búrigo assume compromisso com trabalhadores
Anterior 24  25  26 27 28  29  Próximo